Sentada na toalha no meio da imensidão do areal olho à minha volta e vejo pessoas de várias idades, etnias e manias. O barulho que fazem e as acções que realizam não afastam a atenção que eu tenho em algo tão maravilhoso.
O calor aperta e a água límpida e translúcida esta a chamar-me. Aproximo-me dela e a intensidade com que este mar me chama é algo inexplicável. Está calmo, com uma temperatura fantástica e com pouca ondulação. Atravessei-o e qual não foi o meu espanto quando mergulhei e deparei-me com cardumes, lado a lado a movimentarem-se comigo. Achei que estava a imaginar coisas e vim até à superfície. Olhei à minha volta e tudo estava normal, decidi então mergulhar de novo e apercebi-me que eu não estava a imaginar coisas, na realidade os peixes nadavam perto de mim sim!
No fundo do mar a areia parecia imitar as ondas. Nadei até não poder mais, aproveitei ao máximo tudo o que me estava a acontecer. Nunca tinha presenciado nada igual. Este mar azul que tanta calma me transmite, passou a ser um confidente, um amigo, um conselheiro. A prova de cumplicidade dada neste momento fez-me perceber que o fundo do mar é muito mais do que aquilo que vemos, é muito mais do que aquilo que ouvimos dizer, é muito mais do que sentimos.
É profundo, é único, inexplicável, incomparável, nem sempre possível de alcançar e para todo sempre, o sitio mais fantástico e aquele que guarda mais segredos em toda a sua história.
terça-feira, 27 de julho de 2010
O mar
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
antes de mais.. k inveeeeeja pah :P
ResponderEliminarNão me vou esquecer k nao me levaste dentro da mochila...
Parece que foi tempo de qualidade, aproveitaste para relaxar, o que estavas a precisar.
O mar... belo e misterioso, magnifico e perigoso.
Adoro o mar, mas respeito-o acima de tudo.